6 empresas que fecharam as portas de fábricas recentemente
Saiba quais foram as empresas que anunciaram o fechamento de suas fábricas e cortes de funcionários nos últimos meses
 
 

Por Tatiana Vaz

Teka em São Paulo

A Teka, fabricante de produtos para cama, mesa e banho, anunciou que encerrou as atividades na filial fabril de Itapira, interior de São Paulo. A unidade era responsável por finalizar a produção de edredons.

Segundo comunicado enviado na sexta-feira (15/06) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o fechamento da fábrica ocorreu “em decorrência do processo de reestruturação pelo qual vem passando, visando manter sua competitividade no mercado nacional e internacional”. Os 370 colaboradores do local já foram informados da decisão.

Dow Chemical em Camaçari, BA

A norte-americana Dow Chemical anunciou que irá fechar sua fábrica de tolueno diisocianato (TDI), localizada em Camaçari (BA), onde trabalhavam 123 funcionários. A decisão foi baseada nos resultados da unidade nos últimos anos e na necessidade de investimentos adicionais para que a fábrica atingisse os padrões mundiais estabelecidos pela Dow em termos de metas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança (EH&S).

O fechamento da unidade de TDI em Camaçari faz parte de um amplo programa global de redução de custos da companhia, "em resposta à fragilidade contínua da economia europeia", conforme citado pela própria empresa. "Entre as medidas estão o fechamento de determinadas unidades fabris na Europa, América do Norte e América Latina, assim como o cancelamento de uma seleção de projetos de capital e a implementação de reduções da força de trabalho."

Coteminas no Rio Grande do Norte

Outra empresa do ramo têxtil tomou uma decisão semelhante no Brasil depois das dificuldades enfrentadas pelo setor no país. A Coteminas, tradicional empresa deste mercado, que pertence à família de José Alencar, está desativando duas fábricas no Rio Grande do Norte para investir no ramo imobiliário.

No terreno, de 885.000 metros quadrados, onde as unidades fabris estão localizadas, será construído um complexo imobiliário, com residências, escritórios, shopping, hotel e centro de convenções. O empreendimento está orçado em 1 bilhão de reais. "A expectativa é que tudo esteja concluído em cinco anos", afirmou em março Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas e filho de José Alencar, ao jornal Folha de S. Paulo.

Unilever no Reino Unido

A Unilever irá fechar quatro fábricas no Reino Unido, resultando na demissão de 800 funcionários, em meio à mudança da produção para sua maior fábrica britânica em Port Sunlight, no noroeste da Inglaterra. A nova unidade terá investimentos de 40 milhões de libras.

O movimento envolve unidades adquiridas pela Unilever do grupo Alberto Culver e da Sara Lee nos últimos 18 meses. São fábricas de produtos capilares e cuidados pessoais e um centro de tecnologia no País de Gales. A decisão resultará na perda de 500 postos de trabalho do total de 7.500 no Reino Unido, além outros 300 funcionários associados e terceirizados.

Nokia na Finlândia, Alemanha e Canadá

Um quinto da força de trabalho da Nokia no mundo – ou mais quase 10.000 pessoas para ser mais precisa – deverá ser cortado da lista de funcionários da empresa finlandesa com a finalidade de reverter o prejuízo da fabricante com as vendas de smartphones.

Como parte da proposta, unidades na Finlândia, Alemanha e Canadá serão fechadas e altos executivos como Niklas Savander, Mary McDowell e Jerri DeVard vão deixar a empresa, informou a empresa em comunicado recente.

ThyssenKrupp no Rio de Janeiro

A alemã ThyssenKrupp estuda vender as usinas da empresa no Rio de Janeiro e no Estado norte-americano do Alabama. A empresa culpou os resultados abaixo dos esperados, e alto custo de manutenção das duas unidades, pelo prejuízo líquido de 1,8 bilhão de euros (2,4 bilhões de dólares) apresentado pela companhia no ano passado.

A usina no Rio de Janeiro, que tem capacidade para 5 milhões de toneladas de placas por ano, começou a operar em setembro de 2010, após investimento de 5 bilhões de euros e cinco anos de construção.

 
Fonte: exame.abril.com.br

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