Princípios que nos Regem
 

Entendemos que:

1 - Consultoria só pode ser prestada se existe, entre consultor e Empresa, clima de alta confiabilidade;

2 - Esse clima é, sempre e inevitavelmente, natural conseqüência de experiência inicial bem sucedida e confirmada através de subseqüentes incumbências atribuídas ao consultor;

3 - Ser correto, em seu relacionamento com o cliente, não é unicamente um ato de honestidade, mas sim, e sobretudo, uma demonstração de inteligência comercial;

4 - O respeito que desejamos que nutram por nossos interesses é exatamente o mesmo que nos cumpre nutrir pelos interesses daqueles com os quais transacionamos;

5 - Ao consultor não é lícito assumir compromissos de prestação de serviços para os quais não esteja suficientemente preparado, da mesma forma que ao empresário não é lícito assumir compromissos superiores à sua capacidade de absorvê-los. Daí a necessidade de entendimentos expressos, maduros e claros que não resultem em mútuas cobranças indevidas;

6 - Negócio algum deve ser feito sob intensa pressão. O cliente deve estar suficientemente motivado e amadurecido para contratar a consultoria;

7 - O conceito da palavra dada, lamentavelmente pouco expressivo em nossos dias, há que ser revitalizado, para que o homem volte a ser homem, em sua verdadeira acepção. Daí ser indispensável que as mais importantes decisões sejam precedidas de real amadurecimento;

8 - Por não ser inerente à espécie humana, a perfeição é algo a ser buscado permanentemente. E o esforço que envolve essa busca é o que nos leva ao contínuo aprimoramento daquilo que fazemos;

9 - A opinião do usuário, francamente externada ao prestador de serviços, é o maior subsídio ao aprimoramento de seu trabalho, razão por que há que ser aceita, analisada e estimulada. Que não nos consideremos perfeitos e, portanto, que estejamos sempre receptivos às críticas construtivas de nossos clientes.